Pesca – Turismo

No Brasil, o turismo de pesca ganha cada dia mais adeptos devido à extensa dimensão territorial, costeira e hídrica, e pela diversidade de espécies existentes no país. Além de ser prazerosa, a prática também colabora para que os destinos turísticos conservem os recursos naturais.

As cidades brasileiras que se destacam nesse segmento, especialmente na pesca oceânica, são Vitória (ES), Ilha Mexiana (PA), Arraial do Cabo (RJ), Guaíra (PR), Angra dos Reis (RJ). Para a prática da pesca em rios, os destinos mais famosos são a Amazônia, o Pantanal (MT/MS), além dos rios Araguaia, São Francisco e do Paraná.

Para os amantes da pesca esportiva, a variedade de peixes é grande e tem entre as principais espécies o tucunaré-açu, o dourado e a jatuarana. Já na pesca oceânica podem ser encontrados espadartes, xaréus, marlins e wahoos.

Pesca é todo ato de captura ou extração de elementos animais ou vegetais que tenham na água seu meio de vida. O turismo de pesca compreende as atividades turísticas decorrentes da prática amadora desse tipo de atividade.

A partir de 1998, a pesca esportiva passou a ser tratada oficialmente como um segmento turístico, com incentivo do Programa Nacional de Desenvolvimento da Pesca Amadora (PNDPA). Depois, a prática passou a contar com apoio do Ministério da Pesca e Aquicultura.

Os peixes abaixo do tamanho mínimo de captura devem retornar à água e a cota de captura deve ser respeitada. Para saber mais sobre como proceder na pesca amadora acesse o site do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) ou da Diretoria de Costa e Portos.

Saiba com ser um pescador amigo do meio ambiente:

  • Tire a licença de pesca amadora
  • Respeite as cotas de captura e transporte
  • Respeite os tamanhos mínimos de captura
  • Solte as espécies proibidas
  • Não pesque em áreas proibidas
  • Não introduza espécies

Fonte:  Ministério do Turismo

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